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Guilherme Santos está com moral com o elenco do Botafogo. O lateral-esquerdo era o personagem de uma entrevista para a “BotafogoTV”, em Atibaia, quando foi chamado de “Traoré”, em alusão a Adama, jogador do Wolverhampton-ING, pelos companheiros que passavam ao fundo. O brasileiro explicou o apelido.

– É um cara que observo muito e gosto, apesar de ser de uma posição diferente. Ele tem muita força, evoluiu muito nesses últimos cinco anos e ao mesmo tempo é rápido. Ninguém é igual a ninguém, mas procuro tirar qualidade desses jogadores, temos que estar sempre aprendendo. Estou muito longe ainda de ser o Adama (risos), estou em processo – contou.

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O Botafogo estreou no Campeonato Brasileiro com um empate diante do Red Bull Bragantino, fora de casa. O Alvinegro chegou em Pernambuco visando o duelo contra o Fortaleza, no próximo domingo, às 19h30, na Arena Castelão.

– Nunca podemos baixar a guarda. Sabemos como o Brasileiro é perigoso, não podemos relaxar em nenhum momento. Esse ponto foi importante, mas está longe do que almejamos. É manter os pés no chão, humildade, saber o peso da camisa que a gente veste. Em todos os jogos respeitam muito a camisa do Botafogo, e temos que ter vantagem dentro dos jogos – afirmou.

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